Lucas Dias
22/11/2018
Região 

Diocese de Marília abre investigação para apurar denúncias contra padres da região

O bispo da Diocese de Marília, Dom Luiz Antônio Cipolini, revelou que há uma investigação instaurada para apurar denúncias contra padres que atuam na região. A denúncias foram definidas como graves.

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O bispo da Diocese de Marília, Dom Luiz Antônio Cipolini, revelou que há uma investigação instaurada para apurar denúncias contra padres que atuam na região. A denúncias foram definidas como graves.
A nota foi publicada pelo bispo no site oficial da Diocese, onde relata ter chegado ao conhecimento da Cúria Diocesana denúncias que envolvem padres da região. A nota não revela detalhes sobre o teor da denúncia nem os nomes dos investigados.
O bispo releva que a investigação já está em curso, com a coleta de provas e oitiva de testemunhas.
Ainda na nota, o bispo destaca que a Diocese de Marília não compactua com atos que ferem os princípios da Igreja e seguem no sentido oposto aos preceitos do sacerdócio.
A apuração no âmbito das normas da Igreja Católica e as medidas decorrentes da identificação de eventuais responsabilidades, serão aplicadas de acordo com o Código de Direito Canônico.
Uma segunda nota – esta do Colégio de Consultores – publicada no site oficial da Diocese de Marília, revela que as denúncias também atingem o bispo diocesano.
A nota é assinada por seis presbíteros – cinco padres e um cônego – e também não cita o teor das denúncias.
A manifestação do Colégio de Consultores reitera como positiva a presença e a atuação do bispo Dom Luiz Antônio Cipolini na Diocese, desde sua chegada em 4 de agosto de 2013.
A nota do Colégio de Consultores cita também a gestão administrativa e contábil da Diocese e formação dos seminaristas, diáconos e presbíteros.
“No aspecto administrativo, a contabilidade foi realizada conforme exigências das leis brasileiras; no aspecto formativo, ele tem acompanhado positivamente o processo de formação inicial dos seminaristas e a formação permanente dos diáconos e presbíteros”, continua.
A nota continua informando que Igreja não pode atuar a partir de denúncias anônimas. Diante de denúncias formais (assinadas pelos denunciantes) e com indícios de veracidade, a Igreja prevê investigação sigilosa, processos e penas.
Durante o período de Dom Luiz na Diocese de Marília, todas as denúncias assinadas e datadas que chegaram até ele, pelos meios legais de informação, foram e estão sendo averiguadas.
Ao término da nota, os integrantes do Colégio de Consultores reafirmam solidariedade e comunhão com o bispo diocesano. O documento é assinado pelos padres Carlos Roberto dos Santos, José Orandi da Silva, Luiz Eduardo Cardoso de Sá, Valdo Bartolomeu de Santana e Wagner Antônio Montoz, e ainda o cônego João Carlos Batista.  (Fonte: Ocnet)


 


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