Fábio Dias
15/04/2019
Garça 

Começou a campanha de vacinação contra a gripe

Gestantes e Crianças são alvos preferenciais neste primeiro momento.

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Gestantes e Crianças são alvos preferenciais neste primeiro momento. Os dois grupos ficaram abaixo da meta no ano passado de acordo com o Ministério da Saúde

 

Começou no último dia 10 de abril a campanha de vacinação contra a gripe que prossegue até o dia 31 de maio. De acordo com o Ministério da Saúde, os primeiros dias da campanha (10 a 18 de abril) priorizam crianças e gestantes.

E são justamente estes dois grupos que, no ano passado, ficaram abaixo da meta estabelecida, segundo o Ministério de Saúde. O órgão acredita que isso possa ter ocorrido em decorrência de notícias falsas relacionadas aos efeitos da vacina.

A vacina protege contra três tipos de vírus que circulam no Brasil: H3N2, H1N1 e influenza B. Os vírus ainda assustam muita gente, principalmente as grávidas! Mesmo sabendo dos benefícios que a mesma resguarda, existem boatos que surgem durante a gravidez que dizem que as gestantes não podem se vacinar, o que faz com que as mamães de primeira viagem deixem de se imunizar.

Ginecologista e Coordenadora do Programa Saúde da Adolescente da Secretaria da Saúde de São Paulo, Albertina Duarte Takiuti afirma que as gestantes não só podem como devem participar da campanha. Além de proteger a mãe, as vacinas também protegem o bebê. Ao se vacinar, a futura mamãe evita a gripe e suas complicações.

“Quando recebe a dose do imunizante, a mãe, além de deixar de contrair e se prevenir de uma série de doenças, diminui inclusive a probabilidade de um parto prematuro, decorrente também de uma gripe na gravidez - situação que coloca ela e o filho em risco”, relata Takiuti.

Quando a mãe recebe a vacina, os anticorpos produzidos pelo seu organismo a partir da vacinação passam para o feto através da placenta. Em outras palavras, a proteção contra a gripe vai se estender para o filho.

No momento do nascimento, o bebê não pode receber nenhum tipo de injeção nos primeiros seis meses de vida. Logo, se a mãe já está imunizada, ajuda o bebê nesta fase ainda tão frágil, sem correr o risco futuros. 


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